quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Músicas para o nosso DVD

Segue aí, pra quem estiver interessado(a), a relação de músicas que selecionamos pro DVD do nosso casamento:

1 – Making of

Van Halen – Can’t stop loving you

2 – Coquetel

Savage Garden – Truly Madly Deeply

3 – Decoração salão e entrada dos convidados

U2 – Beautiful Day

4 – Festa:

Can’t take my eyes off of you
Lets Twist Again
Hit the road Jack
Dancing Queen
Staying Alive

5 – Clipão:

Everlasting Love

6 – Melhores momentos

Elvis – Can’t help falling in Love with you

7 – Menu principal do DVD

Over the rainbow

8 – Submenus do DVD

Iris, Goo Goo Dolls
Mind Trick, Jamie Cullum

9 - Clipão Lua de Mel:

Oasis – All Around The World

Feliz 2009!!! Atrasaaaaadoo....

Poxa vida, acabei de ver que nem tinha estreado um post no meu blog esse ano, que vergonha....
De qq forma, ainda que atrasado, desejo um Feliz 2009 sempre, o tempo todo, por todos os dias e para todos(as) que visitarem meu blog neste ano. E pra quem já visitou, mas talvez não leia esse post.
Muita paz, muita saúde e muita, mas muuuuuuuita felicidade! É o principal, pois o resto a gente ajeita, né?!
Só digo que essa vida de casada é corrida. Cansa, mas é boa!
Siiiim. Cansa. Trabalhando o tempo todo, um casal de workaholic sempre fica com aquela sensação de que passa pouco tempo junto. E, ainda, aquela sensação de que não conseguiu fazer nada do que tinha planejado.
Demorou pra gente ajeitar uma rotina. Ainda estamos nos ajustando, mas como minha dieta parou com o casamento, engordei (e ele tb disse que engordou) bem desde o grande dia... Por isso, precisávamos dar um jeito e finalmente conseguimos nos matricular numa academia. Hoje foi o primeiro dia que não fiz nenhuma atividade e só por isso (e pq jantamos no shopping enquanto fui trocar uma sandália) consegui entrar no blog. No trabalho, tá bloqueado... Hmpf!
Enfim, aos poucos tudo se acerta. Mas continuo com a impressão de que fico menos com o maridão que gostaria. E isso pq a gente vai e volta junto do trabalho, almoça todos os dias junto, fazemos supermercado, academia, tudo sempre juntinhos...
O bom é que finalmente conseguimos fechar as últimas pendências do casório. No sábado, passamos o dia todo em casa acertando os últimos detalhes das músicas pro DVD do casamento. Sem isso, não tem edição, prova, DVD, nem nada. Das fotos nós conseguimos concluir a escolha em dezembro, mas aí, a Cimagem entrou em recesso de fim de ano.
Agora que já fizemos nossas escolhas (demoraaaadas...), ficamos só com a ansiedade de ver a prova do álbum, ele pronto e o dvd!
De resto, a vida segue. E vejo que as noivas dos blogs que costumo acompanhar estão todas se casando... Teremos que atualizar os assuntos com o tempo, não é?
Beijocas.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Roupa do Noivo

Agora, o importante. Afinal, o noivo não é mero objeto decorativo, nem coadjuvante, nem nada. É tão protagonista quanto a noiva no casamento, certo?

O meu, por exemplo, participou de tudo, do começo ao fim. Todas as decisões contaram com a opinião dele. E acho que tudo foi consensual. Não me lembro de nada que tenhamos discordado...

Sobre a roupa dele, nós havíamos concordado, desde o início, que bastaria ser um terno bem cortado. Até mesmo porque o casamento era de manhã e tudo mais. Aquelas roupas de noivo que tem por aí, vocês me desculpem, mas são esquisitas. Uma ou outra são mais bonitas, mas a maioria é um negócio estranho, como uma túnica, com uma gravata estilo lenço, atiquissima, coisa que ninguém usa.

Sim, sofremos todo o tipo de pressão, de que a roupa do noivo tem que ser diferente, única, se não fica parecido com os convidados. Eu sofri a mesma coisa por causa do vestido curto que eu queria.

Mas, no fim, com relação a ele, resistimos mais. Como o casamento seria informal, não seria muito fácil se misturar com convidados, porque nem todos estariam de terno mesmo. E foi assim que decidimos por um bom terno, cinza claro e um cravo branco na lapela, pra destacar um pouco mais.

Assim, compramos o terno dele, muito bem cortado, na Buckman do Shopping Ibirapuera (pra variar...). A camisa e a gravata, de seda em um tom de azul clarinho, quase prateado, combinando com as linhas azuis claras do terno, compramos na Tie Store (acho que era esse o nome...) também naquele Shopping (nem andamos por lá, imagina...).

A camisa era daqueles modelos pra usar com abotoadouras. Compramos as abotoadouras na mesma loja, conforme minha sugestão. Não tenho foto agora pra postar, mas logo eu adiciono aqui.

Ficou tudo lindo! E ninguém iria usar abotoadouras mesmo. Fora que é a única jóia, praticamente, pra homem legal de se usar nessas ocasiões.

Os sapatos e o cinto, pretos, são da Fascar. No sapato, ele inovou e comprou um modelo com uma fivela, coisa que nenhum de nós gostamos, mas que era tão discreta e que deu uma diferença tão legal no sapato, que ficou linda. E sequer dava pra ver, porque ficava escondida na barra da calça.

Confiram vocês mesmas a fotinho da entrada dele. Tem uma foto mais de perto, se eu encontrar, posto aqui, ok?


Bjks.

Acessórios

Mil anos sem aparecer por aqui, sorry!

Muito trabalho, muita correria, a casa agora dá trabalho em dobro, fim do ano, o tempo voa, etc...

Tava tentando lembrar hoje do que faltava postar sobre o casório aqui. Lembrei dos acessórios, inicialmente. Por ora, os meus.

A sandália, da Durval Calçados, que comprei no Shopping Ibirapuera, além de lindíssima, foi super confortável. De verdade. Levei uma sandália branca minha, em estilo anabela, pra trocar depois e acabei trocando só bem no fim da festa. Claro que ficou mais confortável ainda, porque é anabela, o salto era mais baixo e tudo mais, mas durei muito mais tempo com a sandália do casamento que eu imaginava. De verdade.

A foto dela eu postei aqui. Aproveitei pra comprar na loja um par de palmilhas de gel que eles oferecem que achei que deixou a sandália mais confortável ainda. E um spray impermeabilizante, para evitar sujar (muito) a sandália. Confesso que a minha saiu do casamento incólume.

Os brincos e a correntinha, bem discretas, como eu queria, eu comprei no centro de SP, em uma loja chamada Veritá Jóias. Adorei o efeito, ficou bem discreto, como eu queria. Mal dá pra ver que estava usando a correntinha. O conjunto é de ouro branco com safira branca (que eu nem sabia que existia) e a foto eu já havia postado aqui também.

Minha irmã comprou um bracelete pra mim na 25 de Março, bem discretinho tb. Gostei do efeito que ele deu. E os enfeites pro cabelo, embora a loje do vestido fornecesse umas garras enormes que eu não quis, comprei na própria São Caetano, em uma lojinha repleta dessas coisas. Comprei duas mini garrinhas, bem pequenas (e que achei que apareceram bem no cabelo) e um monte de pontinhos de luz em formato de flores que ficaram espalhados pelos meus cachinhos. As fotinhos de tudo dá pra ver aqui.


De acessórios, acho que foi só isso. As alianças que compramos parecem mais aqueles modelos de bodas de prata, porque adoro ouro branco. Então, fazia questão que tivessem pelo menos um pouco de ouro branco. Elas têm a base de ouro amarelo e o centro em ouro branco. Assim que encontrar uma foto legal, eu posto aqui.


quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Sucessos

Apesar dos pequenos "entreveros" que já contei aqui no blog, há coisas que foram o maior sucesso no casório. E isso a gente tb tem que registrar, né?!
Bom, começando pelo convite, da Susana Fujita, uma coisa linda, delicada, fofíssima e que muita gente não só adorou, como avisou que guardou de recordação.

Depois, os bem-casados. Não teve quem não elogiou. Até esses dias mesmo, me deparei com um homem, que não costuma gostar muito de doce, elogiando o bem-casado e dizendo que levou um monte pra casa. Ainda bem, era pra isso mesmo! :o)

Ah, os bem-casados eram da Emilia, como já disse em algum lugar por aqui. Coisa boa a gente não precisa ganhar pra divulgar, né?!
As lembrancinhas pros padrinhos eu que fiz, com a ajuda da minha mãe. O problema foi só que ela, querendo ajudar, empilhou algumas caixas e estragou os nomes, principalmente em umas caixinhas em que eles já estavam meio tortinhos... De qq forma, o importante era o conteúdo... Uma baby chandon brut pros homens e uma baby chandon demi-sec pras mulheres. Todas acompanhada de uma tacinha.
Achei que ficou bem bonitinho:
E a lembrancinha que realmente fez um enorme sucesso foi a fotolembrança... Tentei escanear a que eu tenho aqui em casa, mas a impressora não tá configurada, hmpf. De qq forma, tem uma foto aí embaixo, com os porta retratos que mandamos fazer de biscuit e que ficaram fofíssimos por um preço super acessível. Tinha gente levando só os porta retratos, antes das fotos ficarem prontas, vê se pode?!


Enfim, as fotos foram um barato! Muita gente levou mais de uma até, tiraram com mãe, pai, filho, marido, avó, irmão, etc, etc, etc. Ficamos radiantes em ver o sucesso. Todos que visitamos têm fotos do nosso casório expostas em casa. O legal é saber que sempre guardarão as fotos com carinho. :o)

Bom, é isso. Nem só falhas acontecem. Os sucessos dos casórios são infinitamente maiores que as pequenas falhas que, no fundo, sequer fazem diferença. O evento acaba sendo o máximo, não importa o que aconteça. De qq forma, é sempre bom divulgar as coisas legais, pra quem tiver curiosidade ou quiser fazer algo parecido, né?!

Na correria da vida de casada, sei que deixei um montão de coisas sem comentar aqui, mas vou retomando tudo aos poucos. O legal é que neste finde teremos mais um casamento, de um casal amigo nosso fofíssimo e tenho certeza que vai ser tudo de bom! Já na segunda, vou estar doida de vontade de registrar aqui como foi tudo.

Bjks.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Home, sweet home.

Todo mundo pergunta da vida de casada. Acho que não tem muuuuuito o que comentar.

É uma delícia, mas claro que leva um tempo de adaptação. Até agora, ainda temos um montão de coisas pra ajeitar. Ainda não conseguimos voltar a malhar, nem escolher as fotos do casamento, com tantos afazeres, tipo ir a lavanderia, supermercado, padaria, fazer trabalhos semanais pra pós-graduação e trabalhar umas dez horas por dia.

Mas, aos poucos tudo se ajeita. E apesar de morarmos em um apê super pequeno (ninguém acredita que a gente curte e pretende continuar a morar em uma quitinete...), acabamos de ajeitar quase tudinho em casa. Semana passada, chegou uma mesinha dobrável que acabamos de comprar, pra complementar a casa, já que temos pouco espaço pra guardar as coisas. Semana que vem, traremos a cafeteira de São Paulo, pra colocar na mesinha. Achei que ficou tudo excelente.

Vejam vocês mesmos (as):

Essa é a visão da entrada do apê. A mesinha da direita, branca, é a nova...

A cozinha. Do lado esquerdo da entrada.

O quarto. Tem armários dos dois lados, apesar de ser uma kit. Não dá pra ver na foto...

Vista do quarto pra sala.

A bagunça da escrivaninha... Em constante melhora...

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O Carro...

O carro foi, sem dúvida alguma, o melhor do casamento...
Sério.

Acontece o seguinte. Introdução histórica. Meu pai morreu quando eu tinha 06 anos, pouco mais de dois meses antes de eu completar 07. Eu tinha acabado de perder o posto de filha única, pois minha irmã tinha pouco mais de dois meses de vida, e era muito agarrada com o meu pai. Coisa de louco. Tipo de ter a visita dele depois da morte, se alguém acredita nisso, pra se despedir.

Enfim, quando eu era beeem menor, com uns 3 ou 4 anos, meu pai tinha um maverick da cor mostarda. Acho que era 8 válvulas mesmo. Depois de muitos anos, soube que ele pagava de gatinho por aí tirando racha na marginal... Mas à parte disso, ele amava aquele carro demais, o bicho era potentíssimo e só era abastecido com a famosa gasolina azul...

Eu, por outro lado... Também adorava o carro, amava de paixão e o chamava de "meu verick". O pior foi que no dia seguinte à entrega do carro, depois de meu pai tê-lo vendido, a pessoa tirou um racha por aí e deu PT no carro. Sim, perda total. O carro morreu. Eu chorei quando soube. Criança, fiquei arrasada. E meu pai ficou super chateado também, como se alguém realmente tivesse morrido. Eu, só depois, percebi que aquilo era sinal de que o carro não poderia ser de mais ninguém, foi só vender pra ele ser destruído. Sinistro, não?

Considerando que todos que conheceram meu pai se lembram do carro e que eu tinha um apego todo especial por ele e que eu não queria entrar acompanhada de ninguém no meu casamento, porque acho que ninguém poderia substituir meu pai, pensei que seria legal chegar ao Espaço Itália em um maverick. Mas afastei essa idéia logo, achando que nunca iria achar um maverick pra alugar.

Depois de um tempo, lembrei disso de novo e resolvi procurar pela internet, afinal, não custava nada sonhar.

E não é que eu achei muitos mavericks reformados e em perfeito estado??? Sério!

Mas foi no site do Paul que mandei um email perguntando sobre eventual aluguel de um maverick pro casamento e eu fui prontamente atendida. Recebi a resposta no dia seguinte, com o telefone dele e a confirmação de que, embora não fosse a atividade principal dele, ele alugaria sim, sem problemas. Radiante, passei pro noivo, que ligou pra ele e fez uma contraproposta, que ele aceitou logo.

Tivemos umas dificuldades para nos encontrar, pois ele viaja muito, eu estava em Brasília e o noivo em Santo André. Mas conseguimos marcar para visitá-lo, em um domingo, na Granja Viana. Ele foi super simpático e receptivo e os carros, todos mavericks, estão em perfeito estado! É emocionante!!!!

Inicialmente, queria usar o maverick marron, até pela proximidade com o meu verick mostarda. Mas depois pensei que, já que seria diferente mesmo, por que não o vermelho? Escolhi, então, o vermelho.


Tudo foi muito tranquilo com o Paul, desde o começo. Ele é muito simpático, super correto e bem tranquilo. Enviou os boletos pra gente pagar em duas vezes, pagamos direitinho, trocamos emails, pegamos o celular dele pro dia D e deu tudo super certo.

Aliás, ele chegou cedo ao salão pra me pegar e minha mãe, que não sabia de nada (era surpresa, pois só comentei com a minha irmã a respeito) acabou vendo o carro, o que foi até bom, porque ela não iria conseguir ver direito da capela quando eu chegasse ao casamento.

Eu fui o caminho todo conversando com o Paul e enquanto esperava a minha entrada no Espaço Itália, batemos altos papos. Ele é realmente muito gente fina e pretendo manter o contato dele sempre. Foi uma bênção tê-lo ali, porque fiquei mais tranquila que poderia imaginar... E me diverti bastante conversando com ele.

O legal foi que, depois de todas as entradas, a orquestra começou a fazer uns barulhos estilo suspense, na percussão, enquanto o carro descia bem devagar e lentamente o caminho até o local da cerimônia. Foi muito emocionante.

Depois (porque naquela hora a gente não vê nada...), muita gente veio comentar comigo que se emocionou e até chorou. Meu tio, meu primo, o padrinho da minha irmã, que era super amigo do meu pai, outros amigos do meu pai, um sobrinho de uma tia minha que trabalhou com ele, os primos da minha mãe, todos que conheciam e amavam meu pai ficaram realmente tocados com a minha chegada no carro e eu considero que foi o ponto mais alto do casamento. De verdade.

Duas coisas foram super essenciais no casório: o carro e a música. Se não fossem eles, teria sido bem menos emocionante, garanto. O resto, com ou sem falhas, deu certo. A música e o carro deu muito certo! Sobre a música, eu juro que conto em detalhes depois, com bastante calma.

Juro que, durante os preparativos pro casamento, o carro foi o que realmente me empolgou muito. Foi o que mais me tocou, mais me emocionou, enfim. Se tudo desse errado, pra mim tudo bem, desde que eu entrasse com o Maverick. Normalmente, as noivas dirigem essa emoção pro vestido. Pra mim, podia casar até de calça jeans, mas depois que vi que poderia chegar de Maverick, era só disso que eu precisava.

Pra mim, foi bastante simbólico. Se a entrada da noiva com o pai significa a entrega dela ao noivo por ele, chegar de Maverick foi a comprovação plena de que meu pai estava lá comigo, compartilhando aquele momento tão especial e de tanta alegria pra mim e pro Vitu. Era só isso que eu precisava mesmo.


E o que mais me animou, depois de tudo, foi ver o quanto isso significou pras pessoas que amavam meu pai e que sentem - se não tanta como eu - muita falta dele. Todos ficaram realmente tocados e curtiram muito a surpresa. Isso valeu demais à pena.

Se alguém tiver alguma relação emotiva com um carro como eu, recomendo usar essa idéia no casamento e garanto que vale à pena.

Se não, se alguém adora Maverick por algum motivo, recomendo imensamente o Paul, que é um colecionador sério e extremamente profissional desse carro que é uma lenda. O site do Ford Maverick (clique aqui) é bastante completo e tem fotos de todos os carros que ele tem. E ele é a simpatia em pessoa.

Bjks.